Thiago Romero é um dos pilares do teatro contemporâneo na Bahia. Nascido no estado do Rio de Janeiro, causou frisson ao se mudar para Salvador trazendo consigo a cia Teatro da Queda, juntamente com sua estética de cores fortes, cabelos excêntricos e projeções de vídeo. É o diretor com maior número de montagens de dois anos pra cá, sua cia é responsável por uma fermentação constante promovendo audições e espetáculos teatrais. Sua última criação, CÓRTEX, foi sucesso de publico em duas temporadas no teatro Gamboa Nova.
Nando Zambia é ator, iluminador, "debatedor", e multi-instrumentista. Muitas das produções teatrais baianas têm a sua assinatura em uma dessas funções, ou em outras que ele inventa na hora, é o chamado "pau pra toda obra". É uma das personalidades destaques da cia Nata do Teatro, atualmente um dos grupos mais importantes do interior do estado.
Felipe Benevides é imigrante do interior do estado. Com o intuito de engressar na escola de teatro da Ufba veio á Salvador onde deu inicio a uma carreira promissora. De começo agarinhou a primeira colocação no vestibular para a escola. Agarinhou também o personagem protagonista após fazer audição para o espetáculo "Milagre na Bahia", do teatro XVIII, espetáculo dirigido por Rita Assemany e com Evelin Buchegger no elenco. Em seguida engressou no grupo Alvenaria, participando da primeira produção da trupe, no qual incorporou seu segundo protagonista, o complexo deus do vinho e das orgias, Dioniso.
Laura Franco é atriz, diretora, cantora, compositora e maga do tempo. Como atriz esbanjou técnica e sensibilidade em seu solo “Rugas”, o qual também dirigiu. Dirigiu recentemente um outro solo, “Amanheceu”, com a atriz Juliana Bebé. Como compositora trabalhou em trilhas para o grupo Finos Trapos e para o grupo Alvenaria, o qual é uma das integrantes fundadoras. Laura é sobretudo uma pensadora de teatro, dona de uma consciência empreendedora cada vez mais fundamental no meio.
O teatro baiano está bem servido por mais outros 5 ou 6 prodigiosos nomes que eu só não destaco porque já é quase 3 da tarde e eu mal tomei café. Mas não há de faltar oportunidade de dar à César o que é de César.



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